Segundo fontes do governo baiano e da iniciativa privada, o empreendimento logístico é o de maior interesse da China no Brasil. A dificuldade tem sido formatar o leilão para ser realizado ainda em 2018.

Segundo o secretário de Assuntos Internacionais do Ministério do Planejamento, Jorge Arbache, um dos principais interlocutores dos asiáticos, as empresas chinesas buscam não só garantir o suprimento de commodities ou exportar para o Brasil.

Ele disse, em entrevista ao Valor Econômico, que elas estão procurando aumento de escala e participação mais ativa em bons negócios, com diversificação, deixando de focar apenas em bens e investindo em serviços.

A China já tem US$ 117 bilhões em investimentos diretos acumulados no Brasil, segundo o Ministério, mas concentra quase 45% em apenas três setores: energia, mineração e agronegócio e agora querem a logística.