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“700 mil pessoas morreram enquanto eles riam”, diz Jerônimo ao lembrar da gestão de Bolsonaro na pandemia

Jerônimo critica decisão dos EUA sobre PCC e CV e fala em risco à soberania
Foto: Divulgação

O Governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), fez duras críticas a oposição do governo Lula nesta quinta-feira (02, no ato de assinatura da expanção do tramo IV do Metrô de e continuidade das obras do VLT de Salvador. O presidente Lula (PT) veio à capital baiana para visitar as obras do modal sobre trilhos.

Jerônimo lembro do período em que o ministro Rui Costa foi governador da Bahia, entre 2014 e 2022, enfrentando dificuldades com o governo federal nas gestões de Michel Temer (MDB) e Jair Bolsonaro (PL)

“Se a gente, presidente, for, como o Rui fez também, fazer um balanço do que nós já entregamos ou estamos para entregar nesse Estado, nós não faríamos se não fosse essa parceria. Rui governou 8 anos, 6 anos, sem sequer uma audiência com ministros, ele teve. Nem ministro recebia, muito menos o presidente. Além de não apoiar, jogava contra”, disse Jerônimo lembrando o período da gestão Rui Costa durante a gestão do ex-presidente Bolsonaro.

“O Senhor disse agora pela manhã, com entrevista. Chegou a hora da verdade. E tem uma verdade, presidente, que nós não podemos baixar a guarda […] Nós temos que comparar. Comparar o que nós fizemos e o que eles não fizeram e atrapalharam até hoje”, desabafou o governador.

Jerônimo subiu o tom das críticas ao lembras dos mais de 700 mil mortos pela pandemia do coronavírus na gestão do ex-presidente Bolsonaro.

“E uma comparação diz respeito a vida. Esse grupo que é oposição ao Brasil, que é inimigo do Brasil. E quando o Senhor vem nos vestindo de saúde, em medicamentos, em educação, em mobilidade. O outro grupo, 700 mil pessoas, brasileiros e brasileiras, morreram. E quando ele sorria, ria da cara do povo brasileiro. Eu tenho certeza que esse mutirão que está fazendo parte dessa construção da Bahia e do Brasil, nós vamos ter que correr em cada canto desse país. Para garantir a continuidade. O Senhor está se oferecendo mais um andar. Enfrentando e entregando ao Brasil a sua saúde, a sua família, a sua inteligência, como tantos de nós fazemos. Hoje, só o que nós faremos aqui, presidente, são ordens de serviços de quase 3 bilhões de reais”, disse Jerônimo Rodrigues.