O Vitória saiu na frente, mas sofreu a virada e foi derrotado pelo Athletico-PR por 3 a 1 neste domingo (26), na Arena da Baixada, em Curitiba, pela 13ª rodada do Campeonato Brasileiro. Renê marcou para o Rubro-Negro baiano, enquanto Kevin Viveros, duas vezes, e Luiz Gustavo garantiram o triunfo do time paranaense. Com o resultado, o Leão permanece com 15 pontos e ocupa a 13ª posição na tabela.
O time baiano abriu o placar ainda no primeiro tempo com Renê, mas viu o Athletico empatar após pênalti convertido por Kevin Viveros. Na etapa final, o atacante voltou a marcar e Luiz Gustavo ampliou para fechar o placar. O revés mantém o Vitória próximo da zona de rebaixamento, com apenas um ponto de vantagem sobre o Santos, primeiro time dentro do Z-4.
Além do resultado, a partida foi marcada por reclamações do clube baiano em relação à arbitragem comandada por Bruno Arleu de Araujo, com Rodrigo Nunes de Sá no VAR. O Vitória contesta três lances considerados decisivos: um possível cartão vermelho para Luiz Gustavo em falta sobre Zé Vitor, o pênalti marcado a favor do Athletico no lance do empate e uma entrada dura de Arthur Dias em Renê, punida apenas com cartão amarelo.
Pela segunda partida consecutiva, o clube anunciou que fará representação à Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Na partida anterior, diante do Flamengo, pela Copa do Brasil, o Vitória já havia formalizado reclamações sobre a arbitragem.
Após o apito final, o presidente do clube, Fábio Mota, criticou a atuação da arbitragem e cobrou mudanças na comissão responsável pela escalação dos árbitros. “Respeitem o Vitória, um absurdo o que a arbitragem está fazendo com o Esporte Clube Vitória. O Brasil viu contra o Flamengo, agora três lances capitais. Vitória bem no jogo, um pênalti inexistente, todo mundo viu”, afirmou o dirigente.
Fábio Mota também questionou os critérios adotados pela comissão de arbitragem e disse que o clube se sente prejudicado. “Nos sentimos impotentes. Trabalhamos muito, cheios de desfalques e fomos prejudicados. Está na hora de repensar e reformar a comissão de arbitragem”, concluiu.
