Na inauguração do Museu do Recôncavo Wanderley Pinho, após uma completa requalificação física e museológica no estabelecimento em Candeias, a secretária Ângela Guimarães (Sepromi), disse que o espaço cultural reabre com “novas narrativas da história”.
A Secult-BA e a Setur-BA restauraram o equipamento, localizado no antigo Engenho Freguesia. Agora, uma nova expografia fortalece as narrativas africanas e indígenas. Além disso, a montagem amplia o protagonismo da comunidade local.
Ângela Guimarães que é Secretária de Promoção da Igualdade Social, Comunidades e Povos Tradicionais, destacou o significado simbólico da reabertura. “Hoje essa entrega afirma uma contra narrativa em relação à origem histórica deste local”. Ela ressaltou que o local, antes uma casa-grande escravista, agora privilegia narrativas decoloniais.
A história de resistência do povo negro e indígena ganha representação no museu. Segundo Ângela, os “saber-fazeres”, obras audiovisuais e organizações societárias estarão presentes..
A reabertura integra uma política estadual de fortalecimento do patrimônio histórico. A nova fase do museu valoriza a contribuição das maiorias negra e indígena para a formação sociocultural da Bahia.
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