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Mesmo economizando na gestão, Adolfo diz que vai pedir suplementação ao Governador

Foto Eduardo Tito

Por Eduardo Tito – Foto Eduardo Tito

O presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), Adolfo Menezes (PSD), conversou nesta terça-feira (28), com a imprensa no tradicional ‘Almoço de Confraternização com o Presidente’ realizado todo fim de ano  para apresentar um balaço da sua gestão a frente da mesa diretora da Casa.

O presidente afirmou que irá solicitar uma suplementação orçamentária ao governador Jerônimo Rodrigues para custeio da ALBA.

“Nós não pedimos suplementação, não temos o valor ainda que o nosso setor financeiro está fechando. Mas gostaria de deixar claro mais uma vez que esse valor que nós vamos pedir de suplementação não é gasto a mais que esse presidente criou aqui na Casa. Se vocês fizeram análise, não quero aqui falar, não seria ético dos ex-presidentes, mas seguramente esse presidente Adolfo talvez tenha sido o que mais economizou aqui no funcionamento da Casa como um todo”, afirmou Menezes.

“Por que a suplementação? Primeiro, o que está na Constituição é uma coisa, o funcionamento é totalmente diferente ou nessa Assembleia, ou nas outras do Brasil, ou na Câmara Federal. O que eu quero dizer é que os poderes são independentes e harmônicos entre si. Então, por exemplo, as Assembleias têm um valor percentual em referência ao orçamento do Estado, até quanto ela pode gastar. Então, se vocês fizeram uma análise, a Assembleia da Bahia é uma das mais baixas em gastos do Brasil, percentualmente”, disse o deputado.

Adolfo disse que pediu em 2022 para que o governador [na época Rui Costa] “colocasse o valor exato” para o ano de 2023, o que segundo o presidente, o “em 2023 já foi aprovado sabendo que não era suficiente, que ia pedir suplementação”. Ainda de acordo com o deputado “todo ano pedindo suplementação fica uma coisa chata, fica pensando que é gasto maior e não é isso”. afirmou Menezes.

O presidente da ALBA disse que o mesmo está ocorrendo agora com orçamento para 2024.

“Já falei com o governador, não, a gente resolve lá em 2024. Vamos aprovar o orçamento já sabendo que no final de 2024 o orçamento não vai ser suficiente. Aí você diz, se não aumentou o gasto, por que a suplementação? Primeiro já foi aprovado com valor menor do gasto que nós tivemos em 2022. No caso 2023. Aí você tem um crescimento que não depende daqui da casa do presidente, o governador dá aumento do funcionário público, é ele que dá, impacta na casa que o funcionário da Assembleia tem direito ao aumento de todo o funcionário público. Você tem os acordos que foram feitos no passado. Nenhum por esse presidente, nenhum. Decisão judicial se cumpre. Ai você tem esse crescimento vegetativo e o crescimento do custeio da Casa, de um combustível, mão de obra”, disse Adolfo.