Na noite desta quinta-feira (12), Israel realizou uma ofensiva aérea inédita, bombardeando instalações nucleares e centros de mísseis balísticos no Irã. A ação alcançou ao menos seis bases ao redor de Teerã, incluindo Natanz — epicentro do programa de enriquecimento de urânio —, e resultou na morte de Hossein Salami, chefe da Guarda Revolucionária e um dos homens mais fortes do país.
Em um discurso divulgado após o lançamento dos mísseis, Benjamin Netanyahu, Primeiro-ministro de Israel, afirmou que a operação militar tem como objetivo deter “a ameaça iraniana à sobrevivência de Israel”. Ele ainda completou dizendo que os ataques prosseguirão “por quantos dias forem necessários”.
Siga nosso Canal no WhatsApp para mais notícias da Bahia, do Brasil e do mundo
De acordo com o premiê israelense, os iranianos vêm avançando na produção de urânio altamente enriquecido para criar uma bomba nuclear.
Autoridades iranianas declararam que tanto Israel quanto os EUA vão “pagar caro” pelos ataques. O governo israelense já pede para que a população esteja preparada para ataques de mísseis e drones no país. Os EUA, por meio do secretário de Estado Marco Rubio, deixaram claro que não participaram da ofensiva
