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Ataque dos EUA à Venezuela viola gravemente a Carta da ONU e provoca crise

Imagem do incêndio em Fuerte Tiuna, o maior complexo militar da Venezuela, após uma série de explosões em Caracas em 3 de janeiro de 2026 - Foto: Luis James/AFP

A Venezuela denuncia um grave ataque militar dos Estados Unidos na madrugada deste sábado (03). Explosões em Caracas e outros estados colocam civis em risco e violam a soberania nacional.

O governo venezuelano emitiu um comunicado oficial rejeitando a agressão. A nota afirma que os ataques atingiram localidades civis e militares em quatro regiões. Este ato, portanto, configura uma violação flagrante da Carta das Nações Unidas.

Além disso, o texto acusa os Estados Unidos de ameaçar a paz regional. O suposto objetivo seria a apropriação dos recursos estratégicos do país, como petróleo e minerais. O presidente Nicolás Maduro declarou estado de emergência nacional.

Por outro lado, a Embaixada dos EUA emitiu um alerta máximo para seus cidadãos. O presidente Donald Trump confirmou a operação militar em grande escala. Ele alegou a captura e a retirada de Maduro e de sua esposa do território venezuelano.

Em reação, a vice-presidenta Delcy Fuentes confirmou o sequestro e pediu prova de vida. Ela ativou, imediatamente, um plano de defesa com todas as forças nacionais. Líderes internacionais, como Gustavo Petro da Colômbia, já condenaram os ataques.

O presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, classificou a ação como terrorismo de Estado. Ele exigiu uma reação urgente da comunidade internacional contra a ofensiva. A situação, portanto, eleva drasticamente a tensão em toda a América Latina.