
Pesquisas realizadas por equipes da Universidade de Sydney e da Universidade Stanford mostraram avanços em abordagens experimentais que podem ajudar a reverter os efeitos do Parkinson. A doença ainda não tem cura.
Na Austrália, o grupo liderado pelo professor Kay Double, da Universidade de Sydney, identificou alterações na proteína SOD1 em pacientes com Parkinson e testou com camundongos, o uso da substância CuATSM, evitando a perda de neurônios e melhorando a mobilidade dos animais.
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“Todos os camundongos que tratamos mostraram uma melhora grande nas habilidades motoras. Os resultados superaram nossas expectativas”, afirmou Kay Double. A pesquisa foi publicada na revista Acta Neuropathologica Communications.
Nos Estados Unidos, a equipe da neurocientista Suzanne Pfeffer, da Universidade Stanford, testou em camundongos uma substância capaz de reduzir a atividade de uma enzima envolvida em Parkinson.
Após três meses de tratamento, os cientistas observaram uma recuperação nas conexões entre os neurônios.