Jeffrey Epstein, bilionário e criminoso sexual, cometeu suicídio na prisão. Entretanto, sua morte gerou teorias da conspiração sobre uma suposta lista de clientes. Agora, arquivos governamentais relacionados ao caso começam a ser divulgados.
O financiador Jeffrey Epstein suicidou-se em 2019. Ele aguardava julgamento por tráfico sexual. Recentemente, a divulgação de documentos reacendeu o caso. O presidente Donald Trump sancionou a lei para liberar todos os arquivos. Críticos e apoiadores exigiam transparência.
Os “Arquivos de Epstein” contêm milhões de documentos. Eles incluem relatórios do FBI e depoimentos. Contudo, o Departamento de Justiça nega a existência de uma “lista de clientes”. A repórter Julie K. Brown também corrobora essa informação. A inclusão de um nome nos arquivos não significa acusação.
Epstein construiu uma vasta fortuna. Ele convivia com figuras poderosas, como Bill Clinton e o príncipe Andrew. Todas elas negam qualquer irregularidade. Acusações de abuso sexual surgiram inicialmente em 2005. Um acordo judicial controverso o colocou na prisão por 13 meses. Posteriormente, novas acusações em 2018 levaram à sua nova prisão.
Sua morte, contudo, foi imediatamente questionada. Teorias da conspiração sugerem assassinato. Falhas na vigilância da prisão alimentaram essas suspeitas. Um longo relatório do Departamento de Justiça, no entanto, concluiu pelo suicídio. Imagens de segurança mostram que ninguém entrou em sua cela.
