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FIEB se manifesta a favor da redução da taxa Selic

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Foto: Divulgação/FIEB

A Federação das Indústrias do Estado da Bahia (FIEB) publicou uma nota defendendo a continuidade da política de queda dos juros, após o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central anunciar, nesta quarta-feira (17), a redução da taxa Selic em 0,25 ponto percentual.

Para a FIEB, a redução representa um passo importante na normalização da política monetária brasileira e reforça a confiança na trajetória de controle da inflação.

Confira a nota na íntegra:


“A Federação das Indústrias do Estado da Bahia (FIEB) avaliou positivamente a recente decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) de reduzir a taxa Selic em 0,25 ponto percentual. Embora o patamar de juros ainda seja elevado, a FIEB identifica margem para novos cortes ao longo das próximas reuniões.

A continuidade da trajetória de queda é estratégica para a revitalização da atividade econômica, que registrou uma expansão contida de 1,10% no primeiro trimestre deste ano. Como motor do desenvolvimento nacional, a indústria brasileira aguarda com expectativa medidas que reduzam os custos operacionais e ampliem o acesso ao crédito para o setor produtivo.

No cenário global, a redução dos juros aproxima o Brasil das tendências de outras economias. Enquanto mercados como os EUA (3,50% a 3,75%), a Zona do Euro (2,40%) e países emergentes como o México (6,50%) operam com taxas mais competitivas, a sinalização de queda pelo Banco Central, ainda que gradual, confere o fôlego necessário para que o Brasil retome condições de igualdade na competição externa.

Essa flexibilização mostra-se vital frente aos desafios geopolíticos e à volatilidade das cadeias de suprimentos. O momento exige esforços coordenados para restaurar a competitividade nacional e transformar o potencial do país em investimento produtivo real.

Para a FIEB, a redução gradual dos juros é um sinal claro de compromisso com o desenvolvimento sustentável, tanto no âmbito nacional quanto regional. A Federação reitera sua confiança de que o Banco Central, mantendo seu rigor técnico, saberá ponderar os desafios da economia real para assegurar um ambiente favorável ao crescimento, aos investimentos e à geração de empregos.”