senador Jaques Wagner (PT) voltou a criticar o grupo oposicionista liderado por ACM Neto (União Brasil) e rebateu o discurso de mudança apresentado pela chapa durante evento em Feira de Santana.
Segundo Wagner, o sentimento da população baiana não é de ruptura, mas de continuidade. “Eu vi algum card deles dizendo que a Bahia quer mudar. Eu diria que a Bahia quer continuar avançando”, afirmou. Para o petista, a composição adversária representa “a volta ao passado”.
Chapa adversária não surpreende
Ao comentar os nomes que integram o grupo oposicionista, Wagner disse não ver novidade no cenário político. Ele citou que lideranças como Zé Ronaldo e João Roma já estiveram em campos opostos anteriormente.
O senador também mencionou Angelo Coronel, destacando que sua mudança de posicionamento foi uma decisão pessoal, motivada por questões internas no partido.
“Para mim, sinceramente, não tem nenhuma novidade. Em 2022 ele também anunciou a chapa dele, achou que já estava sentado na cadeira e não aconteceu. Eu prefiro esperar a roda dos acontecimentos”, declarou Wagner, demonstrando confiança no cenário eleitoral.
Críticas à gestão em Salvador
Wagner ainda direcionou críticas à gestão de ACM Neto quando esteve à frente da prefeitura de Salvador. Segundo ele, áreas como saúde e educação não avançaram como prometido.
“Eles falam de saúde e nunca fizeram. Falam de educação, mas Salvador é a última capital em educação infantil. Salvador não tem uma maternidade municipal para as pessoas nascerem aqui”, disparou.
O senador concluiu acusando o grupo adversário de incoerência entre discurso e prática: “É aquele papo de ‘faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço’. Porque do que eles falam, eles nunca fizeram”.
