O jornalista Gilberto Vitória e sua esposa foram vítimas de furto dentro do quarto de um hotel em Buenos Aires, na Argentina, na última quinta-feira (16), e agora buscam apoio para dar visibilidade ao caso e identificar os responsáveis pelo estabelecimento.
O casal, residente em Salvador e natural de Amargosa, estava na capital argentina para celebrar o aniversário de 50 anos da esposa. A viagem, que tinha caráter comemorativo, terminou marcada por frustração após o ocorrido.
O furto foi percebido no quinto dia de estadia. Segundo relato, ao saírem para passear pela cidade e retornarem ao hotel por volta das 18h, momento em que se preparavam para sair novamente para jantar, foram surpreendidos com o desaparecimento de diversos pertences dentro do quarto.
Entre os itens levados estão dólares em espécie, computador de trabalho, documentos pessoais, roupas, mochilas e lembranças adquiridas durante a viagem, gerando prejuízo material e também emocional.
O caso ocorreu no Grand King Hotel, localizado no centro de Buenos Aires. Além do furto, o casal denuncia a ausência total de assistência por parte da administração do hotel. De acordo com eles, não houve atendimento efetivo no momento do ocorrido, nem qualquer contato posterior da gerência ou dos proprietários para prestar esclarecimentos.
A polícia argentina foi acionada, com registro de boletim de ocorrência e realização de perícia no local. A Embaixada do Brasil na Argentina também foi comunicada e prestou suporte institucional.
Mesmo após o retorno ao Brasil, o casal afirma que segue sem qualquer posicionamento oficial do hotel.
Durante apuração independente, foi identificado que a empresa possivelmente responsável pela operação do Grand King Hotel é a RIO SIL S.A., registrada sob o CUIT 30-57565561-7, com sede no mesmo endereço do estabelecimento, na Rua Lavalle, 560, na Ciudad Autónoma de Buenos Aires. A empresa atua no setor de hospedagem e encontra-se em situação ativa junto às autoridades fiscais argentinas.
Até o momento, no entanto, não foram identificados publicamente os nomes dos proprietários ou responsáveis diretos pela empresa, o que tem dificultado o contato e a busca por esclarecimentos.
O casal reforça que a agência de viagens responsável pela reserva não teve qualquer participação ou responsabilidade no ocorrido. Segundo relato, a escolha do hotel foi feita pelos próprios viajantes, e a agência, inclusive, prestou apoio imediato após o incidente, providenciando, por solidariedade, a transferência para uma acomodação de padrão superior.
