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Políticos baianos comentam a cassação dos direitos políticos de Bolsonaro

Presidente Lula e governador Jerônimo - Foto: Ricardo Stuckert

Por Eduardo Tito – Foto Ricardo Stuckert

Personalidades políticas da Bahia comentaram nesta sexta-feira, (30), o resultado da votação do Tribunal Superior Eleitoral que tornou o ex-presidente Bolsonaro (PL), inelegível por 8 anos.

O governador da Bahia Jerônimo Rodrigues (PT), utilizou um trecho do hino do estado da Bahia para ilustrar seu post sobre ca cassação dos direitos político de Bolsonaro. “Os corações brasileiros não combinam com tiranos”, comentou no Twitter.

A deputada federal Lídice da Mata (PSB), defende que Bolsonaro seja também condenado por outros crimes que responde processo. O ex-mandatário é investigado na CPI da Covid, no caso das joias da Arábia, Interferência na Polícia Federal, Inquéritos das Fake News. “Uma parte já foi. Agora ele precisa pagar pelos crimes cometidos”, defendeu Lídice.

Deputada federal Lídice da Mata (PSB) ao lado do presidente Lula (PT) – Foto Divulgação

O presidente do Partido dos Trabalhadores da Bahia, Éden Valadares disse que a condenação do ex-presidente é uma “vitória da democracia”.

“Vitória da democracia. Democracia é o império da Lei e ninguém está acima dela. Hoje a Justiça brasileira deu um forte exemplo para aqueles que tentam ofender ou atacar o Estado Democrático de Direito: não ficarão impunes”, afirmou Éden.

Já o deputado federal Daniel Almeida (PCdoB), comemorou antecipadamente o resultado final em uma postagem no Twitter.

O deputado federal Valmir Assunção (PT), defendeu que Bolsonaro seja julgado e condenado por todos os crimes, que segundo ele, cometeu.

De vermelho, o deputado Valmir Assunção ao lado de Lula e Jerônimo – Foto Divulgação

“É fundamental que o sistema político crie mecanismos de inibição de comportamentos e práticas deletérias a nossa democracia. Bolsonaro precisa ser investigado e responsabilizado pelo conjunto de crimes cometidos no que tange às denúncias que já pesam contra ele, a exemplo de infração a medidas sanitárias preventivas; emprego irregular de verba pública; incitação ao crime; falsificação de documentos particulares; crime de responsabilidade e crimes contra a humanidade, dentre outros”, comentou Valmir.