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CEO da Windey explica escolha da Bahia para receber primeira fábrica da empresa no Brasil

CEO da Windey explica escolha da Bahia para receber primeira fábrica da empresa no Brasil
Foto: Ádila Ribeiro/NB

A escolha da Bahia para sediar a primeira fábrica da Windey Energy no Brasil foi influenciada pela estrutura disponível no estado para pesquisa, desenvolvimento e inovação, segundo afirmou nesta terça-feira (9) o CEO da empresa no país, Ricardo Galvão. Durante o lançamento da pedra fundamental da unidade no Polo Industrial de Camaçari, o executivo destacou a parceria com o Senai Cimatec e instituições ligadas ao setor industrial como fatores decisivos para a instalação do empreendimento.

“O que decidiu para a gente estar aqui na Bahia foram dois fatores. O povo mais feliz do Brasil e a competência que a gente tem aqui. E não só isso, a gente consegue aqui na Bahia reunir um ecossistema que vai desde o Cimatec a CNI. Nossa sede está hoje instalada dentro do Senai Cimatec, que abriu os braços para nossa empresa”, afirmou Galvão. Segundo ele, a implantação da operação começou com a parceria firmada com o Senai, a Federação das Indústrias do Estado da Bahia (FIEB) e a Confederação Nacional da Indústria (CNI).

O executivo também citou reuniões realizadas na China com autoridades brasileiras durante as negociações para a chegada da empresa ao país. “Nós assinamos esse acordo lá na China, mais ou menos um ano e meio atrás, com o presidente Lula presente”, disse. Galvão acrescentou que a Bahia foi escolhida para sediar o centro das operações da companhia na região. “A Windey decidiu que a Bahia, nosso quartel general, não só servirá para a Bahia, servirá para o Brasil, é o nosso quartel general agora para toda a América Latina”, completou.

Sobre os investimentos previstos, Ricardo Galvão informou que a empresa pretende aplicar R$ 100 milhões na fábrica ao longo dos próximos anos. O valor inclui aquisição de máquinas, importações e contratação de pessoal. De acordo com ele, apesar do alto nível de automação do setor, a expectativa é que a unidade empregue entre 70 e 120 profissionais.

*Com informações da repórter Ádila Ribeiro