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Bolsonaristas da Bahia comentam atuação do PL do Rio na soltura de Rodrigo Bacellar

Diego Castro e Leandro de Jesus - Foto: Arquivo

O deputado estadual do PL, Diego Castro, comentou na tarde desta terça-feira (09), a polêmica votação na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), que garantiu a soltura do deputado carioca Rodrigo Bacellar (União Brasil).

Rodrigo que é presidente da Alerj, foi preso pela Polícia Federal por suspeita de vazar informações da operação policial que prendeu o deputado TH Joias, pelo envolvimento com o PCC. Na votação da segunda-feira (08), a maioria da bancada bolsonarista no Rio de Janeiro votou pela soltura de Rodrigo Bacellar.

Deputado estadual do PL, Diego Castro defendeu a perda do mandato nas urnas dos colegas cariocas por segundo ele, não estar de acordo com os valores conservadores do PL.

“Olha, devemos analisar a procedência dessa denúncia, se até o que está nos autos, e se de fato for comprovado que esses deputados aí nessa votação estão cooperando para encobertar alguma conduta criminosa e desviada, que pague, que sejam defenestrados na urna pelo voto que não representa o voto que nós, conservadores, apoiadores do presidente Jair Bolsonaro, esperamos”, afirmou Diego.

Dos 18 deputados do PL na Alerj, 14 votaram a favor da soltura de Rodrigo Bacellar e três votaram contra e um parlamentar bolsonarista se absteve. Outro bolsonarista da Bahia, Leandro de Jesus defendeu as investigações e afirmou que discorda “veementemente” da posição dos colegas da Alerj.

“Para mim, se o sujeito está de fato envolvido com crime organizado, seja ele parlamentar ou não, ele tem que realmente pagar pelos crimes que supostamente ele praticou. Se há indícios, se o sujeito tem que ir para a onda de materialidade, ele tem que ser realmente preso. Então, que ele seja bem responsabilizado na medida que tem que ser. Então, para mim, eu não passo o pano para ninguém. E se nessas condições, deputado, seja lá de qual partido for, inclusive no meu partido, votaram para favorecer alguém que deveria ser investigado e responsabilizado por crimes, eu discordo veementemente”, disse Leandro de Jesus.

Procurado, deputado federal Capitão Alden (PL) não conseguiu nos atender por conta de uma reunião parlamentar na Comissão da Câmara dos Deputados em Brasília na tarde desta terça.

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