A última ofensiva militar israelense — que matou 30 palestinos em ataques neste domingo (25), na Faixa de Gaza, incluindo um jornalista e um alto funcionário dos serviços de resgate — e o bloqueio de comida, água e medicamentos geraram desconforto para os líderes do Reino Unido, França e Canadá. Países que antes apoiavam com firmeza o governo de Benjamin Netanyahu agora fazem críticas públicas à condução da guerra.
O Reino Unido suspendeu negociações comerciais com o país. França e Arábia Saudita devem coorganizar uma conferência internacional baseada no modelo de dois Estados. A União Europeia também discute rever o acordo de cooperação com Israel. Espanha, Irlanda e Noruega formalizaram o reconhecimento do Estado Palestino
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Em resposta, Netanyahu publicou um vídeo acusando os líderes europeus de “obedecer ao Hamas” e de estarem “do lado errado da história”. A fala causou mal-estar diplomático e aprofundou a percepção de isolamento.
Em Washington, Donald Trump, que no passado já se alinhou ao governo israelense, tem evitado comentar o conflito. Fontes próximas à Casa Branca indicam que ele está incomodado com os rumos da guerra.
