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“Ele não tem um currículo de bem-feitorias pelo Brasil”, dispara Rui Costa sobre Flávio Bolsonaro

"Não tem conteúdo para o Brasil", reage Rui Costa após TSE suspender pesquisa sobre Flávio Bolsonaro
Foto: Ádila Ribeiro/Notícias da Bahia

Presente em Camaçari, para a cerimônia de lançamento da pedra fundamental da primeira fábrica brasileira da Windey Energy, o ex-ministro da Casa Civil, Rui Costa, evitou comentar sobre a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em suspender a pesquisa da AtlasIntel sobre a queda do pré-candidato à presidência Flávio Bolsonaro (PL).

Em conversa com o Notícias da Bahia, Rui preferiu evitar entrar no mérito da decisão tomada pelo presidente do TSE, o ministro Nunes Marques, indicado pelo Governo Bolsonaro em 2020. O pré-candidato ao Senado pelo estado da Bahia falou sobre a quesda de Flávio Bolsonaro na pesquisa da AtlasIntel barrada pelo TSE.

“Olha, vamos separar os dois temas. Eu quero comentar aqui sobre o processo, que é um processo jurídico e eu não conheço os detalhes do processo. Portanto, eu não quero comentar a decisão do ministro, que está no âmbito de uma decisão judicial, mas eu posso comentar sobre a queda do candidato adversário ao presidente Lula”, inicia.

Ao falar do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, o ex-governador da Bahia afirmou que Flávio seguirá caindo nas pesquisas, pois “ele não tem um currículo de bem-feitorias pelo Brasil”. O petista fez diversas críticas.

“Na minha opinião ele vai continuar caindo, porque ele não tem um currículo de bem-feitorias pelo Brasil, ele não tem um currículo do que ele fez para a população. Ao contrário, ele tem muito mais uma ficha corrida de episódios de rachadinha, de imóveis num patrimônio que não tem explicação de origem. Enfim, eu acho que ele vai continuar caindo porque ele não tem consistência, não tem conteúdo para o país”, criticou.

Após um pedido do PL, Partido Liberal, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kássio Nunes Marques, determinou a suspensão da pesquisa divulgada pela AtlasIntel em abril. O argumento foi que o questionário estaria induzindo respostas que prejudicaram o filho de Bolsonaro, “extrapolando o papel de verificação da opinião pública”.

*Com informações da repórter Ádila Ribeiro